Aquele grande rio

December 26, 2011
Au revoir, tumblére

(isto é fixe demais para mim. Voltei para aqui. inté.)

December 23, 2011
Porque já se está a aproximar a hora

Um Santo Natal para todos.

December 22, 2011
Nasceu a Vitória, a minha primeira sobrinha

E o Natal já está ganho.

December 20, 2011
E faz um ano

December 19, 2011
Sobre regressos natalícios

O Tolentino, recém-eleito para a comissão da cultura do Vaticano, voltou para festejar a quadra. Na homília de ontem falou sobre o modo como Deus nos surpreende sempre, rejeitando que lhe construamos uma casa pois Ele é que construirá uma habitação para nós. Isto diz muito do que é preparar o Natal: preparar para dar, mas acima de tudo preparar para receber, que é uma coisa que custa mais do que aquilo que parece. E é com estes votos que encaro a semana. Santos votos para vós e para os vossos, também.

December 18, 2011
Plácidos Domingos (15)

December 14, 2011
Guia dos duros (Chandler, Chandler)

‘Okey, Marlowe,’ I said between my teeth. ‘You’re a tough guy. Six feet of iron man. One hundred and ninety pounds stripped and with your face washed. Hard muscles and no glass jaw. You can take it. You’ve been sapped down twice, had your throat choked and been beaten half silly on the jaw with a gun barrel. You’ve been shot full of hop and kept under it until you’re as crazy as two waltzing mice. And what does it all amount to? Routine. Now let’s see you do something really tough, like putting your pants on.’

(O bogartiano Philip Marlowe em Farewell My Lovely de Raymond Chandler.)

December 13, 2011
“Vem dar um passeio na minha bicicleta”

Restless é mais um degrau percorrido por Gus Van Sant na definição da juventude americana no cinema. Filme leve (acreditem: leve) e divertido (sim, divertido) sobre jovens que têm lidar com a morte, a sua e as dos outros. Há momentos tocantes, há uma banda sonora lo-fi simpática o suficiente para embalar (Danny Elfman, sempre a surpreender) e há Mia Wasikowska (bonita como tudo) e um tipo que se seguir as pisadas do pai vai ser dos grandes: Henry Hooper. E um grande “viva” para a fotografia de Harris Savides, cheia de cor e bom grão, apanhando bem aqueles jardins outonais americano de flores laranja e vivas, a pontuar a fantasia dos últimos dias dum casal diferente.

December 12, 2011
No meio dos problemas da legitimidade internacional, nada como ler um lorde

Não é nada fácil ler um livro de Raymond Chandler por uma seguinte razão: sentimo-nos sempre em traição para com o autor. Normalmente somos capazes de encontrá-lo nas páginas, nas linhas, mas Chandler tem um problema, e a culpa é de Hawks e do cinema. É que depois de The Big Sleep, é impossível não imaginar Marlowe e sua linguagem como Bogart, sempre e em toda a parte. Se calhar saiu-lhe o tiro pela culatra a Chandler, ou se calhar ganhou o jogo todo. O livro, esse, tem dinâmica e estilo de sobra. Sempre a facturar, Bogey, sempre.

December 11, 2011
Plácidos Domingos (14)

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